Por conta da briga no campo do Estádio CAP, no Chile, na partida com o Huachipato, o treinador acabou suspenso por seis confrontos. Mas a pena foi considerada muito pesada pelo Grêmio, já que não há evidências de que Luxemburgo começou a confusão com o preparador físico do Huachipato, Marcelo Rosemblat, e o técnico Jorge Pellicer.
"A ideia é que até sexta-feira possamos ter uma definição por parte da Conmebol, mas não foi fixada uma data para o anúncio", afirmou o advogado Gabriel Vieira, que esteve nesta segunda-feira na sede da entidade, em Luque, no Paraguai.
Além de Luxa, foram punidos o zagueiro Douglas Grolli, com cinco jogos, e o auxiliar Emerson, com oito. Ambos também estão inseridos no recurso defendido por Vieira em solo paraguaio e podem ter suas penas modificadas. Como não há uma padrão no Tribunal Disciplinar da Conmebol, a expectativa agora é pela resposta. "O objetivo foi cumprido, que era ir até lá e reforçar nossos argumentos em relação aos três casos, oportunidade que não tivemos anteriormente devido à rapidez com que houve a decisão do Tribunal de Disciplina", completou Vieira.
O trio cumpriu a primeira partida de suspensão no jogo com o Santa Fe, na Arena. Luxemburgo assistiu ao jogo das cabines, no sexto andar da Arena, após chegar ao estádio com o grupo, mas não entrar no vestiário. Se a pena for mantida, o treinador só retorna à área técnica se o Tricolor chegar em uma eventual final.
