Pelaipe revelou que os representantes dos times deverão se encontrar por mais duas vezes: com mais uma reunião, na quinta; e o possível e desejado aperto de mãos, na sexta. "É uma negociação muito difícil. Estamos reunidos aqui. Vamos voltar a conversar”, comentou o diretor-executivo por telefone, rapidamente.
Do lado ucraniano, estava presente quase toda a cúpula, no encontro de apresentação desta quarta. Faltou apenas o presidente, Igor Kolomoyskiy. O intermediador das negociações é o diretor-geral do Dnipro, Andriy Stetsenko.
Para trazer Giuliano, o Grêmio já teria elaborado duas propostas. Uma seria de empréstimo e a outra de compra. Seguindo as orientações do presidente Paulo Odone, a principal missão dos dirigentes gremistas será fechar a negociação, para o bem ou para o mal. O mandatário gremista não quer as tratativas se arrastem como aconteceu com o meia-atacante Carlos Eduardo.
O empresário de Giuliano, Paulo Tonietto, demonstrou pessimismo com a negociação, na semana passada. A posição contrasta com a de Pelaipe, que já afirmou que o Grêmio tem "bala na agulha" para realizar a contratação.