Nos Estados Unidos, o futuro da OAS já é tratado como aquele que pode ser o maior colapso no Brasil desde a queda das empresas de Eike Batista. Em matéria publicada pela Bloomberg, veículo especializado em economia, nesta semana, é apontado que dificilmente o caminho da empreiteira não será o pedido de recuperação judicial.
Os investidores já preparam-se para isso. Os 875 milhões de dólares em títulos de dívida da empresa com vencimento em 2019 caíram mais que qualquer outro do mercado emergente neste ano desde que ela não cumpriu o pagamento de dívida em janeiro. Segundo a Oppenheimer Co., um dos principais bancos de investimentos norte-americano, consultado pela reportagem, o valor de 18 centavos de dólar que são negociados estes títulos agora é um indicativo que ela será liquidada.
A OAS busca um empréstimo de 760 milhões de dólares, aproximadamente R$ 2 bilhões, para renegociar as suas dívidas. O temor cada vez mais claro que a empreiteira vá buscar a recuperação judicial não auxilia na procura por alguém que aceite financiar esta quantia tão alta. Uma situação cada vez mais delicada.
Enquanto isso, as negociações para o repasse da Arena seguem paradas, após elas terem avançado bastante no fim de 2014. O Grêmio aguarda o desfecho dos próximos capítulos de todo este imbróglio para tentar finalizar o acordo do seu estádio.
Grêmio observa caso da OAS
Negociações para repasse da Arena seguem paradas