Poucos dias depois, será então feita a inauguração da Arena. Nesta ocasião, nada de Mazembe ou mesmo o Hamburgo. A ideia é trazer um dos clubes mundiais top de linha, da estirpe de um Milan, um Barcelona ou um Manchester United. O vice-presidente Eduardo Antonini confirma que estão sendo feitos contatos com várias equipes com esse perfil. Uma decisão, no entanto, só será tomada em maio, quando então se saberá quais times estarão com a agenda menos complicada em dezembro - quem vencer a Liga dos Campeões joga o Mundial de Clubes, em Yokohama.
O preço, ao menos, o Grêmio já sabe. Estima-se que uma equipe deste porte vá cobrar pelo menos 2 milhões de euros, sem contar custos como transporte e hospedagem no Brasil.
Para a inauguração da Arena, Grêmio quer jogar contra um grande da Europa / Foto: Bruno Alencastro Hoje, deve ser fechado o primeiro anel de arquibancadas da Arena. Em ritmo adiantado, as obras têm empolgado Antonini. Em março, o dirigente levará para o Conselho Deliberativo algumas questões do novo estádio, como o destino dos proprietários de cadeiras perpétuas do Olímpico - os donos devem ter lugares na Arena, mas uma pequena taxa deve ser cobrada.
Também está definido o local da torcida visitante no novo estádio. Será na diagonal de trás de uma das goleiras, em um anel superior, com capacidade de até 3 mil lugares. Em jogos como o Gre-Nal, a área deverá ser cercada por uma proteção extra.