“Essa revenda ou check-in, como chamam, já estava previsto. Só não podia começar desde a inauguração porque a gente não sabia como seria a frequência na Arena. Agora, temos variáveis do estádio e podemos ter a revenda dos ingressos no Brasileirão”, contou o dirigente, explicando como seria o sistema. “Pode ser de repente pela internet, em que o torcedor diz que não vai e permite que o clube venda o lugar. Ao sócio, uma parte pode ser abatida da mensalidade, o que vamos pensar. Isso da revenda acontece em vários clubes, como o Barcelona”, destacou.
Antonini negou que tenha pedido para deixar a administração da Arena. Ele expôs ao presidente Fábio Koff os pontos de contrariedade com a gestão do estádio e admitiu que ajustes são necessários. “Ele (Koff) pediu para que a gente continue junto nesse período, somando esforços. É isso o que vou fazer. Tive uma reunião com o presidente, porque tem uma série de questões que me preocupam neste início de transição para a Arena. Expus alguns pontos de vista diferentes. O presidente disse que terá reuniões nos próximos 15 com a OAS para aplainar a relação”, informou.
Contrato de migração
Sobre o acordo de migração firmado com a Arena, Antonini contou que poderá ser desfeito pelo Grêmio após um ano. “Esse contrato foi feito por um ano porque era uma coisa que tinha que ser testada. O Grêmio pode manter ou suspender isso. Talvez esse seja o ponto central que deve ser ajustado. Agora, a partir de números objetivos, podemos fazer algo mais concreto”, acrescentou.