O Grêmio ainda negocia a contratação do atacante Carlos Muñoz. Na oferta inicial, o Tricolor pagaria R$ 130 mil por mês, mas o Al-Ahli, dos Emirados Árabes, deseja que o clube gaúcho fique responsável por uma parte maior do salário do jogador.
O jogador, há menos de 12 meses, em outubro de 2014, foi comprado por 10 milhões de dólares. Chegava referendado pelos 16 gols em 29 jogos em pouco mais de um ano no Baniyas, também dos Emirados Árabes. Fez no Al-Ahli sete gols em 15 jogos. Ainda assim, acabou perdendo espaço no elenco. Com o limite de dois estrangeiros por clube, acabou fora da lista de inscritos no campeonato local com as contratações de Everton Ribeiro e do zagueiro sul-coreano Kwon Kyung-won.
Além dos números, as referências buscadas entre brasileiros que atuaram com ele são positivas. No entanto, Muñoz não joga desde fevereiro quando foram contratados o meia brasileiro e o defensor asiático. Sua última partida foi no dia 8, diante do Shabab Dubai. Seu último gol, quatro dias antes, contra o Al-Sharjah. Desde então, com praticamente todas as janelas de transferências fechadas e sem poder entrar em campo, o atleta tem apenas treinado.
Muñoz surgiu no pequeno Santiago Wanderers, mas chamou a atenção desde cedo. Em 2011, esteve no grupo chileno que disputou a Copa América na Argentina e logo depois foi negociado com o Colo-Colo. Destacou-se nas duas temporadas por lá. O atacante marcou 37 gols em 79 jogos. Performance que o levou a ser vendido para o Baniyas por 4,4 milhões de dólares na metade de 2013.
Grêmio pode pagar parte maior de salário de Carlos Muñoz
Na oferta inicial, clube gaúcho pagaria R$ 130 mil por mês