Em partidas válidas pelo Brasileirão, o rubro-negro do Paraná não sabe o que é deixar o gramado da casa do Grêmio com vitória desde fevereiro de 1983, quando o clube gaúcho recém dava início à temporada que acabaria consagrada com o título mundial no Japão. Desde então, em 11 jogos no Olímpico, foram oito vitórias tricolores.
Nos dois últimos jogos em Porto Alegre, duas goleadas do Grêmio. No ano passado, 4 a 1 com sabor argentino – Herrera e Maxi López marcaram. Em 2008, o time então comandado por Celso Roth aplicou 3 a 0, sonhando com o título daquela temporada.
Rivalidade cresceu nos últimos anos
Ainda que o Grêmio tenha vantagem no número de vitórias sobre o adversário deste sábado, o Atlético-PR está presente num dos momentos mais tristes da centenária história do clube. Foi em 28 de novembro de 2004, no estádio Colosso da Lagoa, em Erechim. O empate em 3 a 3 – mesmo que tenha tido uma reação incrível da equipe gremista, que chegou a estar perdendo por 3 a 0 – rebaixou o time para a segunda divisão.
Na temporada de 2007, os duelos entre Grêmio e Atlético-PR foram marcados pela violência tanto no Olímpico quanto na Arena da Baixada. No primeiro turno, em Porto Alegre, o 1 a 1 foi motivo para vaias da torcida local, insatisfeita pelo fato da equipe não bater um adversário que tinha um jogador a menos e que havia perdido dois atletas machucados. O clima não foi dos melhores e o revide ficou para o segundo. Na Arena, os donos da casa ganharam por 2 a 0 e, após o apito final, Claiton e Eduardo Costa envolveram-se numa briga que só terminou numa delegacia.