O presidente Fábio Koff entrou em contato com a entidade para tentar a possibilidade, mas ouviu que não seria possível. Felipão, que até dois meses atrás era o treinador da Seleção Brasileira e convivia com José Maria Marin e Marco Polo Del Nero quase diariamente, se irritou com a situação.
“Tentamos encontrar local para permanecer no Rio e treinar. Não conseguimos. Então, não adianta. Tivemos que fazer a opção por voltar. Voltamos no final da manhã para implementarmos a recuperação e darmos folga. Não tivemos opção. Queríamos ficar, não posso revelar o que pedimos, nem pedimos para os clubes, foi para uma entidade para nos ceder o local, não foi cedido, fica para a próxima”, disse Felipão no Maracanã, após o 0 a 0 com o Flu.
O Tricolor gostaria de ter trabalhado na Granja Comary pelo menos em um dia, até domingo, para não precisar retornar para a capital gaúcha. Evitaria duas viagens de cerca de duas horas e facilitaria a logística gremista. “Quem conduziu foi o presidente Fábio Koff. Houve uma sondagem. Havia a possibilidade de utilizarmos os campos. Não houve nada oficial, mas havia a possibilidade de se fazer um treino neste espaço. Mas não foi possível, não tem problemas”, minimizou o diretor-executivo Rui Costa.
Assim, o Grêmio volta a treinar na tarde desta quinta, no Olímpico. E na sexta, também no período da tarde. Sábado pela manhã faz o último trabalho em Porto Alegre antes de viajar novamente ao Rio.