Apesar de ser uma das armas mais conhecidas do Grêmio, a última vez que o time venceu como mandante foi no já longevo 7 de abril, ainda pela primeira fase da Libertadores, quando a equipe bateu o Junior de Barranquilla, por 2 a 0. De lá para cá, foram três derrotas no Olímpico: para Universidad Católica, Inter e Corinthians, na estreia do Brasileirão.
Mas o jejum não preocupa o técnico Renato, que afirmou sequer ter lembrado seus comandados “para não atrapalhar a parte tática”, embora tenha garantido que todos sabem da responsabilidade de jogar em frente à torcida: “A gente sabe que precisa vencer aqui. Daqui a pouco pegamos alguém”, disse ele, que prevê um confronto equilibrado contra o Bahia, time comandava até antes de ir para o Grêmio, em agosto do ano passado.
Dentro de campo, a equipe deve ser novamente ser formada basicamente por jogadores mais jovens, pois nem todos os “reforços cascudos” podem estrear ainda. Porém, o meia Marquinhos, apresentado nesta semana, já está à disposição e deve começar o jogo no banco de reservas.
O Bahia, que contratou Carlos Alberto, ainda não poderá contar com o ex-meia gremista dentro de campo. No entanto, acredita Renato, o jogador deve servir como uma espécie de “espião” para o Tricolor baiano, que somou apenas um ponto no Brasileirão. No time que René Simões deve mandar a campo, há três ex-colorados: o atacante Souza e os zagueiros Danny Morais e Titi.
Grêmio
Marcelo Grohe; Gabriel (Mário Fernandes), Saimon, Rafael Marques e Neuton; Fábio Rochemback, Fernando, Lúcio e Douglas; Leandro (Lins) e Junior Viçosa. Técnico: Renato Portaluppi.
Bahia
Marcelo Lomba; Gabriel, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel, Marcone, Camacho e Lulinha; Jobson e Souza. Técnico: René Simões.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ)