Responsável pelas negociações com as torcidas, o integrante do Conselho de Administração, Nestor Hein, confirmou a postura do clube. “Aquele espaço sem cadeiras é imprescindível. Ele é mais acessível para o nosso torcedor. Mas não é só isso, tem torcedores que querem ir ao estádio para ficar de pé, torcer, gritar, vibrar. Por isso vamos lutar por isso. Vamos propor a colocação das barras, dá também para reforçar lá embaixo”, disse Hein.
Se a Brigada Militar e os bombeiros mantiverem a postura de exigência de cadeiras, a direção gremista vai tentar subsidiar o espaço para que o preço dos ingressos se mantenha na faixa atual, para que o torcedor possa pagar o mesmo que uma sessão em "um bom cinema".
O Grêmio busca uma solução para o impasse até o dia 14, quando estreará na fase de grupos da Libertadores diante do Huachipato, do Chile, na Arena.