Substituir um dos melhores goleiros do Brasil não é tarefa fácil. Bruno Grassi sabe disso. O jogador, que vive a maior parte da temporada no anonimato por conta da reserva e à sombra de Marcelo Grohe, por vezes é convocado para entrar no time. Ao contrário dos atletas de linha, o goleiro tem poucas oportunidades durante a temporada. E quando elas aparecem, é preciso estar preparado para o desafio.
“Eu treino muito e com um dos melhores preparadores de goleiros do Brasil (Rogério Godoy), tanto que o Marcelo está na Seleção. Então eu trabalho para essas oportunidades e as encaro com naturalidade”, diz Bruno Grassi, que no domingo, diante do Botafogo, pelo Brasileirão, vai entrar na vaga de Grohe, que está defendendo a Seleção Brasileiras nas Eliminatórias da Copa.
Grassi, mesmo com poucas atuações no ano, garante que está mais experiente. “Eu adquiri experiência, desde que cheguei procuro agregar muito ao trabalho no convívio com o Marcelo e os demais goleiros. Me sinto mais preparado e acredito que vou fazer um grande jogo no domingo”, destaca o goleiro.
Nessa quinta, pela primeira vez na semana, Roger apontou o time que vai a campo contra o Botafogo na Arena da Ilha, no Rio. Além de Grassi, a outra novidade será o ingresso de Henrique Almeida. O esquema com três volantes ganhará sequência, com uma pequena mudança no ataque, já que Henrique é um centroavante que joga mais fixo. Na zaga, Kannemann vai substituir Pedro Geromel, que também serve à Seleção Brasileira nas Eliminatórias.
Grassi tem difícil tarefa de substituir Grohe no Grêmio
Sem muitas chances no ano, goleiro volta ao time em partida importante contra Botafogo no domingo