Quando foi eleito presidente do Grêmio, Odorico Roman sempre teve como um dos principais objetivos realizar mudanças profundas no elenco. Seja pelo alto número de jogadores, seja pelo custo elevado e baixa produção dentro de campo. Junto ao vice de futebol Antônio Dutra Júnior, do executivo de futebol Paulo Pelaipe e do diretor de futebol Rafael Lima, essa ideia foi colocada em prática rapidamente.
Logo na primeira janela de transferências, o Tricolor confirmou a saída de quase dois times: 21 jogadores, entre empréstimos, vendas, rescisões contratuais e términos de contrato. As últimas baixas concretizadas foram Cuéllar, Cristaldo e Aravena, que chegaram a ter oportunidades nas primeiras rodadas do Gauchão, mas não performaram como o esperado e ficaram fora dos planos de Luís Castro.
Além de enxugar o elenco, Odorico também prometeu reforçar o elenco para aumentar o nível de qualidade. Para isso, foi ao mercado e trouxe seis reforços, sendo que quatro puderam atuar no Gauchão. Apenas Leonel Pérez e Juan Nardoni não estiveram à disposição no Estadual. No total, o clube gastou cerca de R$ 110,5 milhões, a janela mais cara da história do Tricolor.
A nova direção conseguiu, após três meses de trabalho, não só a almejada reformulação do elenco, mas também o primeiro título, um respaldo importante para a sequência do trabalho. Pela frente, ainda terá Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Brasileirão para disputar nesta temporada.