“O Flu voltou melhor no segundo tempo, temos que admitir”, disse o volante Fellipe Bastos, que lamentou não ter deixado o Rio vencedor. “A gente tem que traduzir o volume de jogo em gols, mas este pontinho é importante. Para o jogo de domingo, a gente tem que fazer deste jogo uma final”, acrescentou, já projetando o duelo com o Botafogo, também no Maracanã. Uma conclusão de Bastos esbarrou no poste durante o jogo. “A trave deve estar balançando até agora. Estava saindo para comemorar, mas a bola bateu na trave”, lamentou.
Se não marcou, ao menos o Grêmio não levou, completando o sétimo jogo sem ser vazado. Para Fellipe Bastos, a marca é fruto do trabalho coletivo. “É empenho nosso. Desde o Barcos até lá atrás”, ressaltou ele, utilizando de discurso semelhante do goleiro Marcelo Grohe, que agora é o goleiro do Grêmio que mais tempo ficou sem ter que buscar a bola no fundo das redes. “As coisas têm acontecido bem, parabéns a toda equipe. Não é uma marca só do Marcelo”, comentou o camisa 1.
Apesar do recorde, Grohe, também deixou o gramado achando que o Grêmio poderia ter vencido. “Poderíamos vencer aqui. Infelizmente a vitória não veio, mas este ponto nos coloca no G4”, valorizou.