Os goleiros do Grêmio aproveitam os trabalhos em Quito para se adaptar e se acostumar com a velocidade e com o tempo de bola na altitude de 2,8 mil metros. A principal preocupação é com os arremates de média e longa distância que a LDU costuma arriscar quando atua no estádio Casa Blanca.
“Quando enfrentam uma equipe que não está acostumada com a altura, eles procuram chutar bastante e explorar os cruzamentos. O professor Rogério (Godoy, preparador de goleiros) tem trabalhado bastante com a gente. Não temos trabalhado muitas situações específicas, mas mais chutes e cruzamentos, que são as situações que precisamos nos adaptar o mais rápido possível”, afirmou Grohe.
A antecipação da viagem para Quito contribuiu para os goleiros se adaptarem ao posicionamento e o momento que eles precisam entrar em movimento para interceptar a bola. Os primeiros dias de trabalho no Equador serviram para a comissão técnica analisar com os atletas as mudanças que eles precisarão estar atentos na partida da quarta-feira.
“A velocidade da bola. O tempo da bola. Estamos acostumados no nível do mar, onde temos um cálculo da trajetória e aqui é mais pesada, mais rápida. Calculamos um determinado ponto e ela passa. Temos que ter o cuidado e trabalhar para se adaptar o mais rápido possível. Adaptar 100% é difícil, mas minimizar ao máximo o erro para estar bem no dia do jogo”, declarou o camisa 1.
O Tricolor treina nesta segunda-feira no centro de treinamentos da seleção equatoriana. Na terça-feira ocorre o trabalho de conhecimento do estádio Casa Blanca. O confronto válido pela quinta rodada do grupo 6 da Libertadores está marcado para quarta-feira, às 21h45min.
Grohe aproveita preparação para “recalcular” o tempo de bola na altitude
Goleiro gremista alerta para os chutes de longa distância da LDU