Estiveram presentes o presidente, Rogério Fallavela, o vice-presidente, Cláudio Medeiros, e o representante da comissão jurídica do grupo, Victor Hugo Rodrigues, e foram recebidos pelo presidente do Conselho, Raul Régis de Freitas Lima, que prometeu dar prosseguimento ao processo.
"Já despachei para a comissão de assuntos legais e estatutários. Agora há toda tramitação do pedido. É um documento que conta com vários laudas, nem tive oportunidade de lê-lo", destaca Raul Régis de Freitas Lima. Procurado pela reportagem do Correio do Povo, o ex-presidente José Alberto Guerreiro não quis se manifestar sobre o seu possível afastamento.
O Grêmio do Prata atualmente conta com mais de cem integrantes e encabeçou a chapa Terceira Via para a renovação do Conselho Deliberativo. Na próxima eleição, além de concorrer à renovação, também estuda ter um candidato à presidência.
Caso ISL
O Caso ISL trata do sumiço de três cheques, totalizando 310 mil dólares, enviados pela empresa ISL ao Grêmio em agosto de 2000. O dinheiro não entrou na contabilidade do clube, sendo depositado em contas de doleiros de Brasília e Santa Catarina.
Denunciado pelo Ministério Público na ocasião, José Alberto Guerreiro foi condenado a dois anos e dois meses pela 1ª Vara Criminal de Porto Alegre. Por atender os requisitos legais, o ex-dirigente teve a pena convertida em prestação de serviços comunitários.
Ao apelarem da sentença de Primeiro Grau à 7ª Câmara Criminal, os acusados tiveram as penas reduzidas em dois meses e, de ofício, foram beneficiados pela prescrição.