Empresa escolhida pela OAS para realizar a implosão ainda não deu retorno para a construtora. O Grêmio afirmou que a responsabilidade do evento é inteiramente da empresa e a mudança do Olímpico para Arena só ocorrerá com o término da vistoria final do novo estádio do Tricolor. Só a partir disto, a troca de chaves ocorrerá.
O novo Centro de Treinamentos do Grêmio, que ficará em frente à Arena, ainda precisa ser finalizado. O clube ainda utiliza as dependências do Olímpico para treinos durante a semana e precisaria de um novo lugar para realizar as atividades.
Adiamento na votação do contrato
Nessa terça-feira, após quase quatro horas de análise das alterações do contrato com a OAS, houve a decisão de suspender a reunião e adiar a decisão para um melhor estudo do documento com a construtora. Os conselheiros Homero Bellini Jr. e Antonio Frizzo endossaram posição do presidente, Fábio Koff, e protocolaram o pedido por um prazo maior. A matéria deve ser aprovada pelo conselho em novo encontro na próxima semana.
Pelo menos 218 conselheiros, de um total de 315, compareceram à votação no Olímpico, número calculado pela contagem de membros que passaram pela entrada principal antes do início oficial da reunião. Posteriormente, alguns chegaram atrasados e outros foram saindo da reunião. Apesar da votação não ocorrer, a atmosfera na saída do Olímpico era positiva em relação à aprovação final do novo contrato.