A súmula foi publicada no começo desta tarde no site da Federação Gaúcha de Futebol Junto à súmula, Francisco Neto anexou o boletim de ocorrência onde consta o nome do acusado pelo incidente. Matheus Jacobi Almeida, morador de Canoas, nega participação.
O gremista Matheus Jacobi Almeida, detido pela Brigada Militar no Juizado Especial Criminal (Jecrim) do Alfred Jaconi, e, após duas horas, liberado, negou ter sido o responsável pelos rojões.
"Os policiais disseram que me viram jogando os rojões pelas câmeras de vídeo. Pedi para me mostrarem as imagens, ninguém me mostrou. Eu não fiz absolutamente nada. Não estava portanto nada, não tinha nem palito de fósforo no meu bolso" .
Confira o relato do árbitro na súmula:
"Cabe relatar que a 1 minuto do 2º tempo foi lançado um rojão (bomba) atrás da goleira defendida pelo EC Juventude, vindo da torcida do Grêmio FBPA o jogo foi paralizado, para atendimento do goleiro, devido ao barulho bem forte perto do atleta. Aos 38 minutos do 2º tempo, novamente foi lançado um rojão (bomba), pela torcida do Grêmio FBPA, que estourou perto do goleiro do EC Juventude, e o jogo novamente foi paralizado e o goleiro foi atendido pelo médico do clube.
Neste momento fui ao comandantre do policiamento para reforçar o efetivo perto da tocida para não mais acontecer este incidente. Logo após chamei o treinador e capitão do Grêmio e informei que ocorrido não poderia mais acontecer, pois o jogo seria suspenso. No final do jogo já no vestiário recebi a informação do diretor do Grêmio, Sr. Rui Costa que foi feito um boletim de ocorrência pela Brigada Militar que identificou o torcedor. Segue em anexo o BO".
A súmula