O cenário político do Grêmio vive uma situação, no mínimo, curiosa. De um lado a Situação com sete movimentos constituídos, mas ainda sem candidato escolhido à presidência do clube. Duda Kroeff não está convicto de que tentará a reeleição. Do outro, a Oposição formada por quatro grupos, também sem candidato lançado até o presente momento, mas com duas lideranças em potencial para assumirem o cargo máximo no clube. Ou Antônio Vicente Martins ou Paulo Odone irá disputar o pleito do fim do ano.
Atualmente voz mais forte na oposição gremista, Vicente Martins aguarda uma definição para os próximos dias. "O mais provável é que tenhamos realmente uma chapa única de oposição. Agora, como ficaria uma composição, ainda precisa ser discutido", diz o advogado.
A ser definida a candidatura de Paulo Odone, Antônio Vicente poderia ser alçado a vice de futebol, função que já exerceu no clube no início da década. Ele, porém, nega.
Outro assunto que toma conta dos bastidores do Olímpico é em relação à construção do novo estádio. Esta semana, durante reunião do Grêmio Independente, Vicente Martins criticou quem comanda a Grêmio Empreendimentos, responsável pelo projeto Arena. Caso a Oposição vença as eleições presidenciais, a tendência é a mudança de boa parte da nominata da GE. "O que não pode haver é uma exclusão política como ocorreu com o presidente Paulo Odone e o Eduardo Antonini", afirma o dirigente.
Dentro de campo, o Grêmio apresenta nesta segunda-feira os seus reforços para o restante do Campeonato Brasileiro. São eles o lateral-direito Gabriel, que estava na Grécia, e o zagueiro Vilson, ex-Vasco. O lateral Gilson, do Paraná, também deve chegar no início da semana.
Indefinição nas eleições presidenciais do Grêmio
Chapas da situação e da oposição ainda não escolheram os candidatos