"Já joguei assim com o Celso Roth e falei para o Caio Júnior dessa possibilidade. Com o Vanderlei assumi essa função", explicou o jogador. "Voltei para ela e conheço por já ter atuado. É uma transição e encaro de forma muito tranquila. Estou super adaptado, mas a cada dia tem o que melhorar", acrescentou o pentacampeão com a Seleção Brasileira.
Gilberto Silva enfatizou que não teve qualquer problema com os técnicos que comandaram o Tricolo desde a sua chegada, nem ficou desagradado com a reserva. "Minha confiança em relação ao trabalho nunca perdi. Vou sempre entregar da melhor forma, ser profissional dentro ou fora do campo", projetou o zagueiro.
Ele avaliou, porém, que a oportunidade de começar o ano no Grêmio e ser aproveitado como titular por Luxemburgo melhorou seu rendimento. "Lógico que, quando se tem uma sequência de jogos, melhora o trabalho. Para essa temporada há uma diferença que estou começando junto com todos, sem desgaste de final de ano", relatou.
O jogador também destacou a evolução de atitude do grupo gremista em campo. "A cada dia o conjunto está funcionando melhor, com cada um se ajudando e a equipe cobrando mais, todos um do outro", ponderou. "Está começando a sair de uma forma menos difícil cada jogada. Melhorou a forma como cada um está se propondo a fazer o que é preciso para ganhar os jogos", enfatizou Gilberto Silva.
Para o confronto da Copa do Brasil contra o River Plate do Sergipe, o capitão gremista diz que é preciso manter o mesmo espírito que a equipe teria em um jogo contra grandes clubes. "A preparação precisa ser da mesma forma com que enfrentaria Palmeiras, São Paulo ou qualquer equipe de expressão. Precisa encarar e respeitar o adversário, pois são profissionais que estão ali para apontar a carreira para outro lado", analisou. "No futebol a gente já viu de tudo e sabe que se não estiver preparado e não fizer o dever de casa pode ser surpreendido."