No primeiro semestre foram 37 partidas. Se disputar somente a primeira fase da Sul-Americana, serão então 33 jogos de julho a dezembro. O calendário apertado em função da Copa do Mundo e o pouco tempo de recuperação dos atletas entre uma partida e outra são elementos que ajudam a explicar as constantes baixas na equipe ao longo da temporada.
"Apenas o Leandro e o Maylson machucaram-se em treinamento. Todos os outros foram durante os jogos, fruto da sobrecarga", afirma o preparador físico Anderson Paixão. Ele demonstra tranquilidade com as críticas sofridas cada vez que um jogador dava entrada no departamento médico. "O número de lesões que tivemos não foi maior do que nos últimos quatro anos nesse mesmo período no clube", garante.
Na reapresentação, dia 16, praticamente o grupo todo estará de volta. Um dos reforços para Silas será Leandro. "Estava treinando há algum tempo e estou me sentindo muito bem. Acredito que esse período de treinos durante a Copa será excelente para que eu possa atingir um bom condicionamento", diz o meia, acometido duas vezes por lesões musculares.
O clube espera definir alguns nomes pontuais para oferecer a Silas. No ataque, Éder Luis é o preferido. Embora não priorize um zagueiro, o Grêmio está atento à situação de Réver. "Certamente teremos um desdobramento com relação ao caso dele", diz Luiz Onofre Meira.
Jogadores do Grêmio terão semestre mais tranquilo
Anderson Paixão culpa o calendário apertado dos primeiros meses do ano pelo alto número de lesões