“Claro que a torcida vai pegar no pé dele. Mas o Ronaldinho já viveu isso antes e é experiente. Ele vai saber como lidar. Acho que a gente cresce pela importância que é o jogo, e não por causa de vaias ou protesto. Contra o Palmeiras era um jogo importante por ser semifinal e por isso fiz de tudo para jogar. O Ronaldinho também é por aí, já que o Atlético-MG está na parte de cima da tabela. Quanto a nós, isso não deverá interferir nada no nosso time”, comentou o camisa 30.
Gladiador conta que está recuperando ritmo de jogo
Kléber diz que está voltando a ser o jogador que o Grêmio apostou suas fichas no início do ano. Ele contou que não sente mais a falta de ritmo por causa da parada de quase três meses para se recuperar da cirurgia na fíbula da perna direita. Tanto que se sentiu mais à vontade no último compromisso do Tricolor, contra o Flamengo.
“Fiquei muito feliz no último jogo, pela minha evolução e por não sentir desgaste físico. Não esperava que ia evoluir tanto e estou feliz com isso”, comentou. Desde o retorno, o Gladiador ainda não balançou as redes. Segundo ele, um gol seria importante para dar mais confiança nos lances ofensivos. “Se sair o gol, vai ser maravilhoso. Ajuda para pegar confiança nas finalizações. Apesar disso, acho que vale mesmo é o retorno aos gramados”, acrescentou.
Devido ao tempo em que ficou longe dos gramados, o atacante reconheceu as dificuldades iniciais com movimentação e noção de espaço durante os jogos. “Na hora de proteger, por exemplo, a gente demora mais tempo para perceber a presença do marcador. Dificulta para protegê-la. Além disso, o jogador perde a passada e falta perna na hora de uma jogada de mais velocidade. No campo pesado do Palmeiras, senti um pouco isso, mas tenho visto evolução”.