Koff não poupou críticas ao contrato original de construção do novo estádio. "É um modelo de contrato perverso para o Grêmio. Não tenho direito de duvidar da legitimidade do contrato, mas foi muito mal elaborado, com obrigações assumidas sem o conhecimento do presidente que iria assumir depois", destacou.
O presidente relatou que está em contato permanente com a OAS para encerrar a polêmica com as novas obrigações entre empreiteira e Grêmio. "Estamos em vias de conclusão da nossa negociação. Hoje à tarde provoquei o presidente da OAS para resolvermos as pendências que ainda estão impedindo a assinatura do contrato", explicou o mandatário.
Ele lembrou que sob o texto atual da Arena, o comprometimento de receitas é insustentável para o Grêmio. "Foram comprometidos R$ 41 milhões, numa previsão de receita, e reduzimos para R$ 12 milhões", frisou.
Koff reconheceu que a negativa da OAS para uma ideia de promoção de ingressos para o jogo contra o Corinthians, pela Copa do Brasil, incomodou bastante a administração. "Tivemos uma pesquisa que indicou que nossa torcida é a mais fanática, e queríamos mostrar isso. O Grêmio pleiteou redução equivalente ao dado da pesquisa como campanha de marketing", detalhou. "Não concederam a redução, mandaram informar puramente. Esse foi o caso que detonou", contou o presidente.