“Ele é muito veloz, mas fica perto demais do zagueiro. O Leandro tem que ficar com pelo menos um dois metrinhos (sic) de distância. Ele hoje aceita a marcação muito fácil, mas tem que aproveitar a velocidade grande, e se posicionar melhor”, comentou. Outra dificuldade do camisa 21 é a demora para concluir a gol, segundo Luxa: “Às vezes, ele demora um pouco para chutar, tenta dar o último drible e não conclui”.
Luxemburgo se queixou mais uma vez da postura da torcida do Grêmio. O técnico disse que gostaria de ver a mesma pressão dos torcedores que sofreu quando era adversário no Tricolor. “Estou estranhando a impaciência da torcida. Espero que o Olímpico se torne aquilo que era e que eu tinha dificuldade aqui. Lembro que chegava no intervalo e mesmo com vantagem de 2 a 0, pedia atenção para os jogadores: ‘Olha, vai ser duro hein. Cuidado, que eles podem virar’”.
Neste domingo, diante do Figueira, o Tricolor tenta esquecer o tropeço na 17ª rodada do Brasileirão. Luxemburgo não terá Kléber e Pará na partida e mantém mistério sobre os substitutos. A provável escalação é: Marcelo Grohe; Edilson, Werley, Gilberto Silva e Léo Gago (Anderson Pico); Fernando, Souza, Elano e Zé Roberto; Leandro e Marcelo Moreno.