Segundo Luxemburgo, o árbitro Sandro Meira Ricci perseguiu Kléber durante o jogo. "Eu nunca gostei da arbitragem dele. Estamos no futebol há muito tempo e sabemos que há corporativismo dentro do futebol. Hoje, o Kléber sofre faltas e nenhuma é marcada. A gente sabe que expulsões acontecem no futebol, mas o que não pode acontecer é essa perseguição", explicou.
Dentro de campo, Luxemburgo comemorou o empate com o Palmeiras. "Para mim, foi um grande resultado. Tenho que dar parabéns aos jogadores que permaneceram em campo. Acredito que começamos muito bem o returno, porque de seis pontos disputados, nós conquistamos quatro", lembrou.
Montagem para segurar a pressão
Com um homem a menos desde os 17 minutos do primeiro tempo, o Grêmio abdicou de atacar e passou a se defender. Luxemburgo afirmou que optou por montar duas linhas de quatro para vigiar a aproximação do Palmeiras. "Fiz essa escolha até para deixar o Palmeiras chegar, mas sem entrar na defesa. Mais tarde, retirei o Marcelo Moreno porque não adiantava lançá-lo e obrigá-lo a correr durante todo o jogo. Apostei na técnica do Marquinhos e do Zé Roberto", esclareceu.
O técnico gremista admitiu que, com a nova formatação tática, a principal esperança é de que o gol gremista saísse através de uma jogada individual ou de uma bola parada. "Isso quase deu certo em duas oportunidades. Uma com o Zé Roberto e outra com o Moreno", acrescentou.