“Conversei com o presidente (Odone) e ele manifestou a vontade de continuar comigo se for eleito. Mas não tem nada assinada, nenhum acordo, foi só verbal”, contou o técnico, acrescentando que não foi contatado por outros candidatos. “Acho que esse não é o momento. Meu compromisso é com o desempenho do clube e não tenho que me envolver com essas questões. Se eles quiserem minha permanência, que conversem entre eles e acertem isso”.
Questionado se teria o interesse de continuar no clube no ano que vem, o técnico disse que não gostaria de continuar respondendo sobre o assunto. “Estou satisfeito aqui e não posso criar expectativa para frente. Mas isso não tem que perguntar para mim. Eu não sou político e não estou disputando as eleições”, frisou.
Luxa elogia atuação da equipe
Apesar da vitória no sufoco sobre o Barcelona, Luxa elogiou o desempenho do time e disse que um jogo internacional é muito diferente dos compromissos do Campeonato Brasileiro. “Foi um vitória importante e com dificuldade. Enfrentamos um adversário difícil e mostramos que somos um time que quer alguma coisa. Num jogo de Sul-Americana, o jogador tem que ser macho e procurar parar a jogada com faltas. Tem que fazer catimba e um pouquinho de cera”, disse.
A escolha pelo esquema 3-5-2 foi defendida por Luxemburgo pelo fato de ele não ter o lateral Pará para ajudar na marcação. “O técnico tem que saber tudo que é esquema tático e utilizá-lo da melhor maneira. Não quis fazer linha de quatro, porque o Tony e o Pico têm dificuldade na marcação. Se eu tivesse o Pará, poderia colocar o time mais para frente, já que ele é muito bom na defesa”, argumentou.
