“Você não consegue ter um elenco com muitos jogadores de qualidade. Acho que o interessante é ter equilíbrio, de ter jogador que possa entrar em campo e desempenhar bem a sua função. Não adianta ter 20 jogadores de qualidade, se não tem uma equipe estruturada. O melhor é ter um bom time e reservas que saibam o que fazer diante de ausências. Além disso, o ambiente tem que estar bom, para que a coisa funcione”, argumentou o comandante gremista.
Diante do Vasco, o Tricolor não pôde contar com dois titulares: o zagueiro Gilberto Silva, que cumpriu suspensão, e o meia Elano, lesionado. Apesar disso, o Grêmio conseguiu uma vitória convincente sobre os cariocas. “O pessoal estava me perguntando sobre como seria sem o Elano, antes da partida. Falavam até em dependência do Grêmio em relação ao jogador. E eu não falei nada sobre isso, porque tenho que valorizar quem está em campo. Não adianta eu ficar falando da falta do Elano, o que tenho que fazer é montar um time com as características do Marquinhos, que vai substituí-lo”, acrescentou.
Luxemburgo também comentou as características de Marquinhos e Naldo, que substituíram as ausências do Tricolor: “No Gre-Nal e em Curitiba o Marquinhos foi muito bem. A técnica dele é esmerada, só que ele não marca tanto quanto o Elano. Daí tenho que pensar nisso. Já o Naldo é um zagueiro como tem muito no Brasil. Tem qualidade boa, pega bola pelo alto e por baixo. Se o time presta, todo mundo vai bem”.
