Luxa voltou a reiterar o desejo de permanecer e assegurou que não teve contato com o presidente eleito, Fábio Koff. "A minha prioridade é levar o Grêmio à Libertadores e iniciar negociações com o clube. Eu quero renovar e pronto. De uma escala de 1 a 10, a chance de continuar é 10", esclareceu. "Tenho uma amizade saudável com o Fábio Koff e ainda não conversamos. Sei que ele procurou meu empresário (Gilmar Veloz) e avisou que havia ganho as eleições e que nos procuraria depois de retornar de Nova Iorque", acrescentou.
Em uma possível renovação, Luxemburgo afirmou que um aumento não seria necessário. "Evidentemente que todos querem aumento, mas eu estou no mundo do futebol há 20 anos e sempre entre os melhores, sendo bem remunerado. Eu estou satisfeito com o trabalho no Grêmio e me sinto bem com o que eu ganho", disse.
Cara do Grêmio e pensando em 2013
Se permanecer no Grêmio, Luxemburgo já tem uma ideia do que terá que fazer para iniciar a próxima temporada. O técnico tem consciência de que o calendário apertado pode dificultar o desempenho da equipe. "Exatamente por isso que eu gostaria de ficar com o vice-campeonato, para evitar a pré-Libertadores. A partir disso, poderíamos usar o Gauchão como uma base para o torneio", explicou.
Ao falar do estilo de jogo do Grêmio, Luxemburgo disse que conseguiu colocar a cara do clube na equipe e ainda citou o Tricolor dos tempos de Felipão. "Hoje, temos um time competitivo e com o meu estilo de jogo. Eu gosto do futebol. O Felipão na década de 90, por exemplo, tinha atletas técnicos mas todos eram aguerridos. Se continuarmos assim, o Grêmio tem a obrigação de se colocar como candidato sério ao título do Brasileirão de 2013", argumentou.