O treinador faz questão de citar repetidamente alguns deles. Um deles vivido na pele pelo próprio comandante. Na Copa do Brasil de 2002, caiu com o Palmeiras para o Asa-AL. Uma eliminação lembrada até hoje. "É uma competição que você não pode dar espaço. Temos que tentar trazer para o Olímpico a vantagem. Se conseguir eliminar o jogo de volta, está ótimo" relatou.
Para amenizar a falta de informações do adversário, Roger está, desde a semana passada, no Sergipe para observar o adversário e apontar todos os detalhes. Ontem, o auxiliar técnico acompanhou a vitória por 3 a 1 diante do Sergipe e a classificação para o quadrangular final do primeiro turno. Pouco antes do confronto, a direção anunciou o nome do novo treinador. Luiz Carlos Cruz vem do CSE-AL para assumir a vaga deixada por Fahel Júnior, demitido após desavenças com o presidente do clube.
No Grêmio, Luxemburgo ainda tenta implantar o seu estilo. Completando hoje 12 dias de trabalho, o treinador deixa claro que existem muitas coisas a serem arrumadas na equipe. "Aconteceram algumas coisas boas, mas, para a minha exigência, está distante do que penso", salientou após a vitória sobre o Cerâmica.
O gol sofrido está entre as suas preocupações. A forma como aconteceu, em uma bobeada do sistema defensivo, não agradou nem um pouco. "O adversário precisa sofrer para fazer o gol. Tem que tomar pela qualidade deles", acrescentou.