“Pela regra, hoje, eu teria que ser expulso de campo. Mas deveria existir o bom senso de entender que tinha mais de 45 mil pessoas aqui e eu estava tentando evitar uma confusão generalizada. E aí, como fica isso? O bom senso tem que prevalecer o cartão que está dentro do bolso do árbitro”, comentou o treinador.
Por causa da expulsão no clássico, Luxa disse que viveu seu pior dia no futebol. “Hoje eu estou bem mal. Acho que falta para as pessoas do futebol um pouco sensibilidade para estar dentro deste meio. Isso que ocorreu me machucou. Não pelo resultado, mas pela maneira que fui tirado do jogo”, ressaltou, lembrando que o juiz não concedeu os cinco minutos de acréscimos que havia prometido. “É um jogo que tem um grande lado emocional. Tanto que ele (o árbitro) não teve coragem de dar os cinco minutos depois de uma confusão no fim do jogo, porque poderia ocorrer alguma coisa.”
Sobre contratação para o ano que vem, Luxa despistou, afirmando que é um assunto interno, e contou que o meia Zé Roberto ainda não acertou sua renovação com o Grêmio: “Tem que sentar e discutir. O procurador dele está chegando da Europa para conversar. Ele tem toda a intenção de renovar o contrato, mas ainda não está garantido”.