No duelo contra o Caxias, Luxemburgo não pôde contar com Léo Gago, que se automedicou para curar uma gripe e acabou cortado da partida. "Não gostei dessa atitude porque tive que incluir o Marquinhos ao lado do Marco Antônio. Se o Léo Gago estivesse disponível, eu poderia colocá-lo no momento em que o time estivesse em vantagem. Eu preciso de alternativas como essa", argumentou.
Apesar de não falar sobre contratações, Luxemburgo elogiou o atacante Cristian Rodríguez, do Porto, de Portugal. "Conheço o trabalho dele e o considero um bom jogador", resumiu.
Volantes que jogam
Vanderlei Luxemburgo lembrou que os grandes times que treinou sempre tiveram volantes com capacidade para chegar à frente. "Eu penso que o meio-campo é o lugar onde a magia do futebol acontece. Exatamente por isso, é preciso ter volantes que saibam jogar. Não existe mais aquele atleta troglodita. Às vezes, os meias ficam presos à marcação e é necessário que você tenha jogadores que saibam vir de trás e contribuir com o ataque", explicou.
Luxemburgo dispensa herança de Caio Júnior
Questionado sobre o trabalho de Caio Júnior no Grêmio antes da sua chegada, Luxemburgo afirmou que não está interessado no que o técnico anterior fez. "Não estou interessado nisso. O que deve prevalecer é o que eu penso. Se eu vier para Porto Alegre e fazer a mesma coisa que o treinador anterior, eu posso permanecer no Rio. Não vim para ser mais um", disse.
Luxemburgo voltou a exaltar a estrutura do Grêmio. "Quero colocar o meu pensamento em prática dentro do Grêmio. O meu objetivo é aproveitar a estrutura fantástica que o clube me oferece. A minha obrigação é otimizar isso", ponderou.