Luxemburgo acrescentou que os jogadores devem ter a indignação que ele mostrou no clássico. “Queria que nosso time mostrasse isso dentro do campo, que não poderia acontecer aquilo. Tem que jogar um Gre-Nal se doando, com espírito da competição. O Tinga e o Guiñazu estavam sempre em cima do árbitro. Até perguntei para ele quem estava apitando. Nossos jogadores também têm que entrar em campo ligados. Pressionar quando tiver um lance injusto”, finalizou o comandante gremista.
Gandulas
Luxemburgo disse ainda que confusão criada os gandulas do Inter no Gre-Nal, que culminou com a expulsão do técnico, teria servido para acabar com esse tipo de jogada no estádio Beira-Rio. “Expus uma situação e não me arrependo. Vocês (da imprensa) discutiram, e isso tem que ser proibido. Vi uma porção de árbitros comentando o lance”. Luxemburgo criticou a postura do presidente da Federação Gaúcha de Futebol: “O (Francisco) Novelleto sabia que não era legal aquilo dos gandulas e não fez nada. Estou aqui defendendo o futebol brasileiro”.
O técnico não comentou a súmula do clássico, em que o árbitro Márcio Chagas menciona as palavras ofensivas proferidas por ele. “Acho que foi uma atitude prática. Se no jogo do Inter contra o Caxias mudar o critério dos gandulas, é porque adiantou alguma coisa o que eu fiz”, comentou.