Sobre Pará, o outro lateral do Grêmio, Luxemburgo afirmou que o jogador sempre será nota 7, o que dá confiança ao treinador. "Gosto do Pará e posso contar com ele para qualquer jogo. Ele foi campeão da Libertadores na lateral-esquerda. Falei para ele não se preocupar e seguir jogando. Hoje, eu tenho um ala esquerdo que é destro", explicou.
Questionado sobre a possibilidade de contar com Elano para a partida contra o Palmeiras, Luxemburgo adotou um discurso cauteloso e lembrou que o meia deixou o Gre-Nal ainda no primeiro tempo. "Vou conversar com o Mello (preparador físico) com calma e tranquilidade. Ele (Elano) não jogou porque tinha um desconforto. Se tirei do Gre-Nal com 15 minutos e estava com razão, porque romper a fibra de adutor é 60 dias parado no mínimo. Vamos conversar agora para saber se é possível colocá-lo em campo", argumentou.
Blindagem
As eleições presidenciais do Grêmio se aproximam e o mês de setembro agitará o clube politicamente. Consciente do processo eleitoral que pode até definir o seu futuro, Luxemburgo admitiu que pretende blindar os jogadores durante o pleito. "Minha parte é isolar os jogadores das eleições, da parte política do clube que não nos interessa. Já me posicionei muitas vezes em função pontual, mas no Grêmio tenho uma posição profissional e preciso fazer o grupo trabalhar. Acredito que quem sair candidato tem que proteger o elenco", resumiu.
