Ele salientou que, apesar da condição física do meia ter ficado precária no final da partida, por conta de uma gripe, apostou em colocar mais um meia no lugar de um marcador e permanecer com o "craque" no time. "Tenho que arriscar, pois mesmo debilitado o Elano me decide um jogo em uma bola, num chute", salientou Luxemburgo.
"Como aquela bola de primeira, no final do jogo, que a zaga rebateu", exemplificou o técnico, reforçando com uma frase bem humorada: "Craque tu só tiras no final se o cara se quebrar todinho", ironizou.
Apesar de considerar o ponto somado bom, já que descontou diferença para Atlético-MG e Fluminense que perderam na rodada, Luxemburgo enfatizou não ter tirado o lhos dos três pontos em momento algum. "Deixei o time bem mais leve para tentar ganhar o jogo, pois seriam 16 vitórias, atrás nos pontos mas tendo vencido mais vezes que os adversários", definiu.
"Acho que perdemos de fazer o resultado no primeiro tempo. O Flamengo estava muito mal posicionado e a gente bem", avaliou. "Pelo lado direito com Elano e Pará, tínhamos um corredor para explorar. Deixamos aquela vantagem e passamos a atuar pelo lado esquerdo, além de prender a bola ao invés de atacar", comentou.