“Ele (Renato) sempre fala que eu tenho que melhorar na marcação, mas estou tranquilo. Faço as coisas para que o time jogue melhor e sei que ainda tenho que melhorar muitas coisas. O treinador pode falar o que quiser. Ele é um grande técnico e sempre fala as coisas certas, eu só escuto. Creio que ainda falta um pouco para poder jogar bem os 90 minutos. Estou um pouco fora de ritmo porque fazia um tempo que não jogava. Ele vai saber o momento certo”, declarou.
Além de um lugar no time titular, Maxi Rodríguez também tem a disputa com os outros estrangeiros do elenco para ser relacionado para as partidas. Contra o Flamengo, por exemplo, o uruguaio teve a oportunidade de ficar no banco porque Vargas estava servindo à seleção chilena. Apesar da concorrência, ele destaca a boa relação dos gringos do elenco e lamenta que o regulamento do Brasileirão não permita que o quarteto possa atuar junto.
“Qualquer estrangeiro que jogar pode fazer uma grande partida. Quem ficar fora será pelo tema de regulamento. Desde que cheguei todos eles me trataram muito bem. Não há competitividade entre nós. Tratamos de jogar futebol. Uma pena que nós quatro não podemos atuar juntos”, afirmou.
Como Vargas, que vestiu a camisa do Chile no amistoso contra o Brasil na noite de terça-feira, só irá se reapresentar na quinta, a tendência é de que Maxi Rodríguez ganhe um lugar ao menos no banco para o confronto com a Ponte Preta. No time titular, o uruguaio briga por vaga com Zé Roberto no setor de armação do meio-campo.