A conquista do título gaúcho virou uma espécie de obsessão no Grêmio. Sem levantar a taça do Estadual desde 2010, o clube está próximo de encerrar o jejum. E para isso conta com um time acostumado a decisões, que venceu Copa do Brasil, Libertadores e Recopa em um intervalo de um ano e meio. Uma equipe, como definiu Renato Portaluppi, “viciada em ganhar”.
Mas para vencer o Gauchão, terá de passar pelo Brasil de Pelotas, time de melhor campanha na fase de classificação. E o primeiro objetivo já foi traçado: conquistar alguma vantagem na Arena, domingo, já que o segundo jogo acontece no Bento Freitas, em Pelotas, no dia 8.
Além disso, o Grêmio tem uma partida importante na quarta-feira pela Libertadores da América, contra o Monagas-VEN, também na Arena. “Aumenta ainda mais a necessidade de conseguir uma vantagem, por menor que seja”, destaca o atacante Everton. “Eu preferia fazer o segundo jogo em casa, mas o nosso time está acostumado a jogar fora”, acrescenta.
Depois de poupar boa parte da equipe titular na quarta-feira, no empate com o Avenida, Renato terá força máxima no primeiro duelo com o Brasil. Mas há uma dúvida: quem deixa a equipe para a entrada de Arthur. O treinador terá de escolher entre Jailson ou Maicon. “Em todas as posições há uma disputa muito grande. São 30 jogadores que o Renato conhece muito bem”, diz o atacante Jael.
O Grêmio liberou 800 ingressos para a torcida do Brasil na Arena. O mesmo número será destinado aos gremistas na partida de volta, no Bento Freitas.
Meta do Grêmio será construir vantagem diante do Brasil de Pelotas
Tricolor ainda terá partida importante contra Monagas, na Arena