"Sei que o treinador é um dos maiores ídolos do Grêmio. Ele também é jovem o que facilita o diálogo e sei que vou aprender muito pois foi um atacante de história", salientou Miralles. Sobre o protagonismo de grande parte dos argentinos que vem para o Brasil, como bom representante do país vizinho, não precisou da modéstia. "Não vem qualquer argentino jogar no Brasil. Como o D'Alessandro, todos vieram com uma certa importância, não vieram para experiência. Espero ser um grande reforço e atender às expectativas", enfatizou o atacante.
Marquinhos foi mais comedido, citou o grande momento que viveu com o Santos, em 2010, quando o clube venceu a Copa do Brasil, mas não quis vestir um papel de protagonismo no Tricolor gaúcho. "No Avaí, era como um Neymar e um Ganso. No Santos, era um coadjuvante e, aqui no Grêmio, acredito que também serei um coadjuvante", projetou. Ele sublinhou, ainda, que está pronto para vestir a camisa e jogar, mas a critério de Renato.
Miralles relatou que assistiu a duas partidas do Grêmio nesta temporada, quando já sabia do interesse do clube no seu futebol. "Vi os jogos contra Universidad Católica e Corinthians. É uma equipe jovem, que tenta sempre jogar bom futebol e atua para frente", analisou. "Tem quatro jogadores que estão chegando agora e vão deixar ela ainda melhor. Lutamos para isso, para fazer tudo bem", afirmou, talvez apostando na vinda do seu companheiro de Colo Colo, Esteban Paredes, já que o único outro nome confirmado até agora foi o de Gilberto Silva.
"Me trouxeram aqui e Sebastian ainda não veio, mas nos entendemos bem", avaliou Miralles. "Mas já disse que é complicada a situação dele pois o passe não é 100% do Colo Colo. Se conseguirem que venha, será um bom reforço para o Grêmio", frisou.




