Guerra aproveitou a entrevista após o jogo contra o Botafogo, ainda no Rio, para esclarecer que a contratação dos atletas não é decisão do treinador. Com isso, ele rechaça as críticas de que o técnico é quem escolhe o reforço. “ A contratação passa por mim, pelo treinador e por conselheiros. Sempre passa por uma avaliação”, garante.
A substituição de Gilson logo aos 28 minutos do primeiro tempo foi encarada como normal pelo dirigente. Para ele, Renato tinha bases ao escalar o jogador e infelizmente o grupo não correspondeu. “O menino não teve culpa dos 0 a 2. O time todo estava desatento. O que ocorreu é que o grupo precisava mudar e o Renato teve humildade e ousadia para fazer isso cedo”, avaliou.
Guerra também reconheceu que o técnico não tinha muitas opções no banco de reservas para poder mexer de forma mais adequada. “O Rochemback torceu o tornozelo e Leandro fez um trabalho defensivo. O time é pequeno e temos atletas lesionados. O Renato fez o que pode”, admitiu.