"Estamos na reta final de definição, tentando buscar um consenso que ainda restaram algumas dúvidas, mas as negociações estão bem avançadas. Mais de 90% do processo concuído e definido. Com cronogramas em execução. São situações que ainda estamos debatendo e não estão esgotadas. Não dependem apenas da relação Grêmio e construtora OAS, também há os fornecedores envolvidos", afirmou Krebs.
Dos pontos que ainda estão sob análise estão a falta de 1,4 mil cadeiras destacadas em contrato, mas que o clube gaúcho não encontrou no estádio. Além disso, existem 1,8 mil pontos em que o torcedor gremista tem dificuldades para enxergar completamente o gramado em algumas circunstâncias.
A qualidade das cadeiras também está em discussão. Alguns assentos descoloriram desde a inauguração. Pelo curto período de tempo, o Grêmio espera um posicionamento para o que aconteceu com as que tiveram este problema e o que pode acontecer com o restante.
O presidente Koff e seus técnicos e o superintendente da OAS Arenas, Carlos Eduardo Paes Barreto, estão em constante contato para tentar solucionar a situação. A troca de sede administrativa do Grêmio vai acontecer 90 dias após a assinatura do novo contrato. A implosão do estádio Olímpico e consequente construção de prédios empresariais e residenciais na área depende da solução desta situação.