"O mais difícil é encontrar atacante. Quem coloca a bola para dentro virou raridade no futebol brasileiro", destacou. "Já estivemos, no mês de julho, vendo todos os campeonatos de juniores e tenho uma planilha de jogadores talentosos que, daqui a pouco, podemos trazer para ajudar", projeta.
Biasotto descarta que haja um problema crônico no Grêmio para formar jogadores do setor ofensivo, mas admitiu que será feita uma avaliação interna para buscar um modo de "melhorar a safra". "A gente conversa muito com os coordenadores, analisa com profundidade", salientou.
"Muito se fala que não há formação, mas todos os clubes têm algum tipo de geração de atletas, de acordo com sua metodologia. Em algumas safras, em alguns anos não se tem uma ou outra posição", ponderou.
"Estamos com um problemas, de anos para cá, da falta do homem-gol. Não sabemos exatamente o motivo, talvez pela característica do nosso futebol", avaliou o coordenador. "Mas se começar a trabalhar, avaliar bem e corrigir no infantil, a gente vai conseguir garimpar novos talentos, como o Neymar", garantiu.
