Sobre o destino de Ronaldinho: "Eu nunca prometi que ele jogaria no Grêmio. Nunca afirmei isto. Se eu fizesse uma afirmação destas teria que pegar a minha carteirinha de empresário e rasgar. O que eu disse é que havia uma possibilidade de ele retornar ao estádio Olímpico. Sempre joguei aberto com a direção do Grêmio. Esta possibilidade existe, mas depende de uma série de fatores."
Em entrevista ao Correio do Povo, o vice de futebol Antônio Vicente Martins insinuou que a proposta financeira para bancar Ronaldinho ainda não estava concretizada. Questionado se isto estaria entre a série de fatores que poderão impedir a vinda do jogador para o Grêmio Assis respondeu que "sim".
Sobre os clubes interessados em Ronaldinho: "Quando ele (Ronaldinho) desembarcar no Brasil, desembarcarão também empresários de clubes dos Estados Unidos (Los Angeles Galaxy) , Inglaterra (Liverpool), Catar e França (PSG). Além dos empresários de clubes brasileiros (além do Grêmio, Flamengo e Palmeiras estão interessados). Aí vamos decidir o seu destino".
Sobre a forma de negociação: "Não há nenhuma, escreva aí, nenhuma, chance de o Milan abrir mão da multa rescisória (8 milhões de euros, ou R$ 17 milhões). Mas há formas de pagamento. O clube pode pagar ou o jogador. A multa pode ser paga em um ano, por exemplo. O jogador pagaria a multa e se faria um contrato com o novo clube acrescentando um ano. Isto dá para ser negociado e é o que vamos fazer. Há uma reunião marcada para este domingo, mas não acredito que tudo fique definido já."
Sobre o Grêmio: "Seria maravilhoso o Ronaldinho voltar a vestir a camisa do Grêmio. Um sonho. Eu disse isto para os dirigentes. A negociação foi aberta, eu diria que esta bem encaminhada, mas por enquanto os dirigentes gremistas sabem tratar-se de um desejo de retornar, não de uma promessa minha", finalizou.