A OAS apresentou nesta terça-feira à justiça de São Paulo o pedido de recuperação judicial de nove de suas empresas. De acordo com informações do colunista do Correio do Povo Hiltor Mombach, a Arena do Grêmio não está entre esses bens. Desta forma, a construtora e o clube podem continuar a negociação para troca de gestão do estádio.
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Em nota, A OAS diz que a iniciativa foi "o melhor caminho encontrado pelo grupo para renegociar suas dívidas com credores e fornecedores". A empresa afirma que vai concentrar seus esforços na construção pesada.
“Vamos vender os nossos ativos num processo de Recuperação Judicial para dar segurança aos investidores de que não correrão risco de ter seu negócio contestado na Justiça pelos credores da OAS. O desinvestimento em ativos é motivado também pela decisão de priorizar o core business do Grupo, que é o nosso braço de construção pesada, a Construtora OAS”, afirmou o diretor de Desenvolvimento Corporativo da Construtora OAS, Diego Barreto.
Foram colocados à venda pela OAS as participação da da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio), a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%). Também serão negociadas as participações da empresas na Arena Fonte Nova (50%) e a Arena das Dunas (100%).
OAS entra com pedido de recuperação judicial
Arena do Grêmio não está entre os bens arrolados na ação