No entanto, para a implosão, serão necessárias outras licenças, emitidas por diferentes órgãos e secretarias da Prefeitura de Porto Alegre. “Este é apenas o primeiro passo de uma lista de 172 itens que precisam ser cumpridos para a conclusão do processo, com a limpeza da área”, comentou Gothe. A previsão é que isso ocorra em outubro, após a troca de chaves entre Grêmio e OAS – que deve acontecer em setembro.
Também foi definido o perímetro de exclusão para os habitantes das cercanias do Olímpico. O raio de segurança ficou entre 150 e 200 metros de distância do local da implosão. O cadastro social da área já está praticamente concluído, mas ainda serão realizadas uma série de reuniões preparatórias entre representantes da OAS e os moradores.