O Grêmio foi atrás da OAS. Queria explicações sobre qual realmente era a pendenga com o Banco do Brasil que poderia ameaçar a realização de jogos na Arena. Ouviu da empreiteira que a situação não é tão preocupante como chegou-se a cogitar na quarta-feira. Além disso, a empresa assegura que o banco nunca chegou a negar a liberação de recursos para a manutenção do estádio.
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Como a Arena Porto-Alegrense sempre operou com déficit, a OAS aportava recursos para completar o pagamento do financiamento e garantir a funcionalidade do estádio. Já que a construtora não iria cobrir mais os prejuízos, o dinheiro para manter a operação do estádio teria que sair da suas receitas, antes destinadas apenas a pagar parte do financiamento.
Banco do Brasil, Banrisul e Santander haviam concordado inicialmente. No entanto, o Banco do Brasil respondeu depois que a área que havia aceitado a proposta não era a responsável por isso. Por enquanto, o tema segue sendo analisado internamente pelo banco.
“O Grêmio não cogita em hipótese alguma jogar fora da Arena”, destaca um dirigente gremista. O clube está atento aos desdobramentos do caso e garante estar bem calçado. “Caso percebamos que algum interesse nosso esteja ameaçado, adotaremos medidas em todas as esferas para resguardar os nossos direitos”, completa.
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Empreiteira garante que Banco do Brasil nunca chegou a negar liberação de recursos