Bolicenho foi questionado pelo repórter Ernani Campelo se o caso poderia ser considerado "um namoro à vista” com o Grêmio. A resposta do dirigente foi: “Podemos definir assim. Essa ideia de trabalhar no Grêmio me agrada muito, até por ser em Porto Alegre. Como sou curitibano, fica próximo e tenho mais ou menos o mesmo estilo de vida dos gaúchos”.
O diretor da Ponte contou que tem uma boa relação com o presidente eleito Fábio Koff. “Em 1995, eu era presidente do Paraná Clube e o Koff do Grêmio. Fui convidado por ele para assistir à final do Grêmio com o Corinthians. Meu relacionamento com ele é muito bom e mantivemos contato mesmo quando ele era presidente do Clube dos 13”, acrescentou.
O contrato de Bolicenho com o clube paulista vai até o final deste ano. “Ainda não entrei em tratativas para prorrogá-lo”, contou. Sobre seu trabalho na Ponte, o dirigente ressaltou a pequena folha de pagamento do time. “O time está com boa classificação no Brasileirão e é a menor folha da Série A”, frisou.
No currículo de Bolicenho está sua passagem pelo Santos entre 2008 e 2009. O dirigente assumiu o futebol da Ponte neste ano. Ele começou a carreira como superintendente do departamento de futebol do Paraná Clube e também trabalhou no Atlético-PR, Joinville e Marília.
