"É o tal treino alemão, em que ele divide os atletas em dois lados e fica brigando e cobrando o toque de primeira", avaliou Odone. Apesar dos resultados citados, o presidente avalia que todo um "projeto" engloba a boa campanha na Copa do Brasil. "A responsabilidade do sucesso é compartilhada. Por isso digo que o importante não são os erros, mas que quando a gente perde a gente aprenda", enfatizou.
O dirigente também afastou a ideia de que Luxemburgo "mande" nas contratações dos clubes que treina. "Falam que chega e 'enche de bruxinhos' dele. Mas aqui não tem sido assim", garantiu. "A gente avalia, pondera bastante nas contribuições. A gente discute com ele e acabam se encontrando as ideias", justificou Odone. "Elas, até mesmo, refletem o que o torcedor quer. Um time forte, competitivo", frisou.
Comprometimento de reforços
Odone aproveitou para rechaçar crítica quanto à idade dos novos contratados do Grêmio, Zé Roberto e Fábio Aurélio. "Não importa a idade destes dois reforços pois são altamente comprometido e entram rachando", afirmou. Sobre Fábio Aurélio, ele admitiu que a recomendação do lateral foi de Luxemburgo.
"Ele estava tentando levar para o Flamengo e quando teve a cirurgia do Julio Cesar ficamos com a necessidade de reforçar", relatou o presidente. "O jogador estava louco para vir ao Brasil, sabe qual é o projeto do Grêmio e a qualidade do trabalho do Luxemburgo. Todos querem se engajar neste projeto vencedor", analisou Odone.