"Parte desse torcedor ainda tem frustração pela verdadeira adoração do Renato", avaliou Odone. "Estes não quiseram perdoar o presidente, mas não fui eu que demiti, aceitei a demissão dele, mas não entendem isso", justificou o dirigente. "Tem também o lado político, de setores da oposição que se aproveitam", lamentou.
Odone salientou que aceita as vaias por "aquele Grêmio que fez apenas dois pontos em três jogos dentro de casa", mas que os gremistas precisam ir para o estádio apoiar. "A gente precisa ter comprometimento com o clube", destacou. "Não vou dizer que tem secador na oposição, mas algumas pessoas, que tem um jogo político militante fazem isso", sublinhou.
"Nessas horas duras, que o time está titubeando, está nervoso, a gente começa a ficar com medo, aonde vai parar esse clube. Daí se apoia o time, não é hora de vaiar, time presidente, nem ninguém", ponderou o dirigente. "Mas a grande parcela do torcedor tem entendido o time e apoiou os 90 minutos, satisfeito vendo o que é o Grêmio", enfatizou. "A grande maioria da torcida está do lado do time, está do nosso lado."