Jorceli permanece atento e acompanha muito futebol. Quando mais jovem, foi obrigado a abandonar a carreira para cuidar do meia Guilherme Biteco, também do Grêmio. Ele busca características, movimentos e detalhes que podem ajudar os filhos em campo.
"Meu pai me ajuda a analisar os jogadores. Ele jogou, mas não muito tempo, por ter que cuidar do Guilherme. Ele me passa confiança antes das partidas. Sobre o Seedorf, por exemplo, ele diz que não dá para chegar antes, que ele vai usar o corpo", explicou Biteco.
Na hora de "escolher" de quem gostaria de levar a cobrança mais forte se do chefe Renato ou do pai Jorceli, Biteco apenas riu e comentou. "Agora, me pegou. Receber a cobrança dos dois é bom e faz eu me cobrar mais e querer acertar mais. A exigência vai ser sempre bem vinda. Vou crescer com este tipo de situação", acrescentou.