O preparador credita a evolução física vista dentro de campo ao comando do treinador. "A chegada do Celso Roth personalizou a equipe. É um somatório. Mas, principalmente, a melhora tática, isso dá a segurança ao atleta para correr certo", destacou Paixão. A personalização salientada nada mais é do que o jogador olhar o comando técnico firme e forte e reconhecer a capacidade dos profissionais. Roth já deixou bem claro a importância do preparo físico nas suas equipes.
Paixão foge das críticas ao antecessor, Flávio de Oliveira, e qualifica o trabalho recebido como muito bom. Fato concreto é que as lesões musculares quase sumiram do Olímpico. Das mais de 20 no primeiro semestre, desde o início da nova comissão técnica foram apenas duas (Lúcio e Gilberto Silva). "É todo um contexto. Se o atleta dormiu bem, se alimentou direito, se tem problemas psicológicos. Não cabe só ao preparador", explicou.



