Segundo Paixão, a afinidade entre Luxemburgo e Mello não o intimida e não seria um motivo para deixar o Grêmio. "Essa situação nunca me deixou desconfortável. E uma eventual troca não ocorreria por causa de uma vantagem financeira porque estou bem aqui (Olímpico). Sou movido a desafios e por isso deixei o Grêmio em 96 para trabalhar com o Luiz Felipe no Japão. Se não fosse assim, teria ficado em Porto Alegre até hoje", explicou.
Paixão disse que a transferência para o Inter é apenas uma especulação, que deve ficar em segundo plano porque o Grêmio disputa o vice-campeonato do Brasileirão. "Estamos focados nesse objetivo estabelecido pelo Vanderlei. Se não fosse assim, eu estaria sendo desonesto com os meus colegas. O objetivo é vencer o Figueirense até porque podemos garantir a vaga direta na primeira fase da Libertadores", acrescentou.
Atualmente, Paixão tem contrato com o Grêmio até 31 de janeiro de 2013 e ainda não foi procurado pela nova diretoria para renovar o seu vínculo.