Goiano revela que assistiu ao primeiro confronto entre Grêmio e Junior de Barranquilla. "Vi um Grêmio muito forte nos primeiros 20 minutos, mas aos poucos eles (Junior) começaram a tomar conta da partida", recordou. Para evitar que isso aconteça nesta quinta, o ex-volante gremista elencou uma medida que era ordenada por Felipão durante a campanha de 1995. "É preciso encurtar a marcação porque eles sabem tocar a bola", explicou.
Renato descontrai durante treinamento no Olímpico. Foto: Fabiano do Amaral
O ex-volante gremista esteve presente na decisão da Libertadores de 1995, com o Atlético Nacional, de Medellín. Daquele confronto, Goiano recorda que o Grêmio conquistou a taça pelo resultado construído em Porto Alegre: 3 a 1. "Por incrível que pareça, o gol que levamos foi importante para nos manter ligados no jogo da Colômbia. Eles estavam sem o Arístizábal (meia-atacante colombiano), que era o principal jogador deles", completou.
Para Goiano, o futebol colombiano evoluiu, fator que dificulta ainda mais o duelo entre Grêmio e Junior. "Antigamente eles eram mais confiantes, por vezes irresponsáveis. Atualmente, a coisa mudou. Vejo um futebol mais competitivo e mais sério", ponderou.
Cerébro do Grêmio em 2011
Goiano elogiou a qualidade técnica da equipe do Grêmio, mas salientou a capacidade técnica de Fábio Rochemback. "É um jogador cerebral, passou por vários clubes da Europa. Ele (Rochemback) tem muita qualidade, assim como o Douglas, Carlos Alberto e Lúcio pelo lado esquerdo", acrescentou.
O ex-volante Tricolor também lembrou de Adílson, a quem considera um bom jogador da posição. "É um operário da bola, assim como eu era", garantiu. Otimista, Goiano acredita na força do time de Renato e prevê uma vitória de 2 a 0 sobre o Junior de Barranquilla. " Para mim, Douglas e Lúcio farão os gols do Grêmio."